Hungria Hip Hop, Kawe, Nog – Favela no Topo (Official Music Video)

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Produção Executiva: Best Produções e MVR Produções

Ficha Técnica Áudio:
Compositores: Hungria, Kawe, Nog, André Nine e Caio Passos
Beat: André Nine e Caio Passos
Intro: Betovah
Mix e Captação: André Nine
Master: Brendan Duffey
Produção Fonográfica: Best Produções / MVR Produções

Ficha Técnica Video:

Direção: Mateus Rigola
Produção: Luan Raphael
Edição: Mateus Rigola
VFX: Tiago Kuurtz
Assistente de câmera: Jeff Rodrigues
Assistente de Produção: Guilherme Zampieri
Figurino: Samara Manzano e Gabbi Barbosa
Assistente de Figurino: Giovanna Barbosa
Direção de arte: Patrícia Rodrigues
Contra Regra: Guilherme dos Santos e Igor Galdencio
Fotografia Making of: Elton Pereira
Making of: Alef Santz
Maquiagem: Tatiana Bombarda
Coreógrafa: Patrícia Fecher
Casting: Thaynara Carvalho
Iluminação: Jailson Lessa
Produtor de Locacão: Meco locações
Jato: EJ Táxi aéreo
Apoio: B&B Multimarcas
Limousine: American Limousines
Motorista: Bruno Fechamento e Harley Soares

Distribuição: The Orchard

Letra:

Tamo botando a favela no topo
Fique de frente com a fome e o sufoco
Perdi amigos no corre por pouco
Marca de bala em muro sem reboco
Só tamo pagando à vista
Jogando as naves na pista
O cara que chama, revista
Ela chega molhar que até pisca, aiaiaiai
Vou acumulando conquista
Comprando casa na praia
botando nota na areia
Lavando minha alma no mar, que é pra descarregar toda a inveja alheia
Se o problema é o lugar onde nasci
Mas tudo que eu vivi me fez crescer
Todo choro que chorei por ali
Minha escolha era amadurecer
Cada dia um novo amanhecer
Cada noite uma nova oração
Só merece pisar no porcelanato
Quem sabe o valor do pé no chão
Vou forrar camarote de champagne
Até dói, mas cê tem que admitir
É estranho demais pra vc, cara
Favelado dentro do Iguatemi
É que a língua é o chicote do corpo
Minha mãe já falava de cedo
Que essa vida é uma roda gigante, filho
Cuidado pra quem apontado o dedo
Da janela do jato me visita uma neurose
Quantos aliados foi de crime, de overdose
Perdi 4 primos pra caroço de revólver
Passe o tempo que for, a minha mente não absorve
Mas vamos fumaçar no jato, fazendo barulho
A 10 mil pés eu sinto aquele que comanda tudo
Corpo blindado, nós faz hit e viaja o mundo
Só rottweiler original, nós não anda com poodle

Ok, tirei o meu pé da lama
Ó, hoje piso a 220
Transformando toda merda nisso.
Grana… Fico longe desses ‘fakebeat’
Pra quem sonha, bro, não tem limite
Se tem raça me acompanha
Sem motivos pra reclamar
Foi aquela fé que me trouxe aqui
E o preço da fama
É ter que aturar tanta gente me consumi
Quando piso na minha área, me sinto mais vivo
Que até sara as feridas que a vida me deixou na caminhada até aqui
E o brilho no olho das crianças que lembro da infância
Ai, que saudade de brincar na praça e só se preocupar com a hora de dormir
O menino, cresceu, aconteceu, to aqui pra provar
Favela venceu e quem viveu pra ver isso, vai ter que lembrar
Daquele pivete louco, sem juízo que só queria rimar
Hoje fez sentido o momento em que meu pai disse que eu ia brilhar

Tamo botando a favela no topo
Fique de frente com a fome e o sufoco
Perdi amigos no corre por pouco
Marca de bala em muro sem reboco

Licença aqui, ó
Quem nunca apanhou, não sabe bater
Quem nunca trampou não sabe o que que é lazer
O real prazer de ter dinheiro pra fazer só quem viveu isso que vai ter
Por isso que ela gosta do pai, né
Como esse filha da Puta rima bem
Traga esse ouro na minha mala só com a minha fé
Eu não troco o sorriso de uma criança por um patek
A vida é muito mais que ter dinheiro
Tem coisa que tem valor que não se compra
Tipo a lealdade de um irmão que você ama
Ou a química que só ela me traz na cama
E o tempero que a minha vó colocava na janta
E eu coloco esse … na minha levada
Deixa que nós toma de assalto
Profissão perigo é de quem sobe no palco
Sabotta já disse, o rap é igual o crime
Hungria botando a favela no topo
Satisfação, escuto desde novo
Nós toma whisky com gelo de coco
Só anda comigo quem teve no pouco

Tamo botando a favela no topo
Fique de frente com a fome e o sufoco
Perdi amigos no corre por pouco
Marca de bala em muro sem reboco
Só tamo pagando à vista
Jogando as naves na pista
O cara que chama, revista
Ela chega molha que até pisca, aiaiaiai
Vou acumulando conquista
Comprando casa na praia
botando nota na areia
Lavando minha alma no mar, que é descarregar toda a inveja alheia

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